Qual é o futuro da mulher na indústria cinematográfica?
Alice Guy Blaché, pioneira do cinema feminino francês. (Crédito: Divulgação) Quem lembra da frase impactante de Natalie Portman ao anunciar os indicados como melhor direção no Globo de Ouro de 2018? "E esses são todos os indicados masculinos." O rápido - e singelo - manifesto da atriz contra o baixo número de mulheres em cargos de chefia na indústria cinematográfica levantou a poeira sobre a questão. No relatório Gender Bias Without Borders de 2018, que analisa a produção cinematográfica feminina nos 11 países mais ricos do mundo, mostrou que, nos Estados Unidos, 0% das produções analisadas pela pesquisa foram dirigidas por mulheres, 11,8% foram roteirizadas por elas e 30,2% produzidas. Para os pesquisadores, o que indica esse baixo número é a crescente do gênero de ação, que costuma ter menos mulheres com a mão na massa. Apesar dos números serem chocantes, no ce nário naciona...





